São Miguel do Oeste
19/05/2017 15:35 (atualizado em 19/05/2017 15:38)

Dnit informa sobre instalação de sete radares na Willy Barth Conforme o técnico de suporte em Infraestrutura/Estradas, Pedro Granada, ocorrerá no dia 29 deste mês de maio um pregão do Dnit para visando a instalação dos equipamentos na BR-163, no trecho que compreende a Willy Barth

São Miguel do Oeste

Claudia Weinman

Depois de muita espera de moradores e empresários que vem enfrentando há algum tempo transtornos em razão da falta de lombadas eletrônicas na Avenida Willy Barth, que compreende um trecho da BR-163, enfim o   Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) deu um parecer positivo com relação a data para instalação dos equipamentos. A reportagem do Jornal Gazeta entrou em contato com a central do departamento em Florianópolis, onde foi informada a respeito do assunto.

Atualmente a Willy Barth estásem radares controladores de velociade

Conforme o técnico de suporte em Infraestrutura/Estradas, Pedro Granada, ocorrerá no dia 29 deste mês de maio um pregão do Dnit para execução dos serviços de disponibilização, instalação, operação e manutenção dos equipamentos eletrônicos de controle de tráfego nas rodovias federais. O técnico informou que após a contratação das empresas está prevista no Novo Programa Nacional de Controle de Velocidade do Dnit (Novo PNCV), a implantação de sete equipamentos eletrônicos controladores de velocidade no município de São Miguel do Oeste, na BR-163, com a finalidade segundo eles, de tornar o trânsito mais seguro na região.

A notícia segundo a empresária Lizete Grassi Lang, que possui seu estabelecimento comercial às margens da BR-163, na Avenida Willy Barth, alegra moradores e colegas empresários que são os maiores prejudicados com a falta desta sinalização. “A passagem de veículos em alta velocidade já ocasionou muitos acidentes e a gente fica limitado sem a sinalização, não tem como fazer a travessia na avenida porque é muito movimentado o trânsito e torna-se perigoso demais”, disse ela.

No ano passado Lizete contou que os empresários organizaram um ofício que foi entregue à Prefeitura e ao Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit), pedindo a reimplantação dos aparelhos de fiscalização já que haviam sido retirados. “Até agora não tivemos retorno algum além disso que a reportagem de vocês está informando”, completou. 

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