ECONOMIA
20/03/2017 09:19 (atualizado em 31/12/1969 21:00)

CRESCE CONFIANÇA DO INDUSTRIAL DE SC NA ECONOMIA, INFORMA FIESC Resultado de março (55,5 pontos) ampliou a trajetória de crescimento iniciada em dezembro e está acima da média nacional (54 pontos)

Florianópolis, 17.3.2017 - As expectativas dos industriais catarinenses mantiveram-se otimistas em março e alcançaram (55,5 pontos), ampliando-se a trajetória de crescimento iniciada em dezembro, mostra a pesquisa Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), realizada pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). O índice varia no intervalo de 0 a 100. Acima de 50 pontos indica confiança e abaixo, falta de confiança na economia. Segundo o levantamento, o desempenho reflete um quadro macroeconômico menos dramático, com expectativa de estabilização da renda nacional, grande redução dos níveis de inflação e das taxas de juros, além da valorização do real.

O presidente da FIESC, Glauco José Côrte, diz que a volta da confiança está em linha com outros indicadores da indústria catarinense como a produção, o emprego e as exportações. “A economia está reagindo, mas não significa que já rompemos com todas as dificuldades da recessão. Contudo, Santa Catarina está mostrando um dinamismo superior à média brasileira quanto à retomada do crescimento econômico”, afirma.

Ainda conforme a pesquisa, nesse cenário desenha-se a retomada dos maiores níveis de consumo interno e das vendas ao exterior, assim como dos investimentos, o que impacta diretamente os indicadores de confiança. O índice é medido por meio da opinião dos industriais sobre as condições econômicas atuais e as expectativas para os próximos meses. Ao se confrontar com os mesmos períodos dos anos anteriores, o ICEI catarinense se aproxima do resultado observado em 2013.

De acordo com o porte, as grandes empresas mostram-se mais otimistas, tanto no que concerne às condições atuais, quanto às expectativas. Entretanto, vale ressaltar que, independentemente do tamanho da companhia, há maior confiança, em primeiro lugar, na situação da empresa, seguida da avaliação que fazem para Santa Catarina e, por fim, para as condições da economia nacional, revela a pesquisa.

Separando-se a indústria de transformação e a construção civil, fica evidente que, para esta última, a recuperação do otimismo é mais tímida. Na indústria de transformação, por outro lado, os industriais catarinenses mantêm uma tendência de melhora na interpretação das condições do Estado e das expectativas, embora tenha ocorrido alguns reveses (como aquele observado no último trimestre de 2016). Nesse sentido, o indicador de confiança da indústria da construção se situou em 50,7 pontos e o da indústria de transformação em 56,3 pontos.

Das 189 empresas participantes, mais da metade delas identificaram constância nas condições da economia e do Estado, e se classificaram como confiantes com relação às expectativas da empresa – atingindo quase 62% das empresas de grande porte. Se estas expectativas, lentamente, forem se confirmando, o ICEI tenderá a manter sua trajetória de crescimento, certificando seu distanciamento dos cenários mais pessimistas observados nos últimos anos, destaca a pesquisa.

Confiança nacional: O índice de confiança nacional atingiu 54 pontos em março, o maior nível do indicador desde janeiro de 2014. Além disso, está 16,6 pontos acima do registrado em março de 2016. A informação é da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Foi o terceiro mês consecutivo que o ICEI ficou acima dos 50 pontos e, pela primeira vez, desde outubro de 2016, todos os portes de empresas apresentaram otimismo. O crescimento de 0,9 ponto no índice ocorreu pela melhoria em todos seus componentes.

O índice de expectativas atingiu 58 pontos em março, refletindo maior otimismo com relação tanto à economia brasileira quanto à sua empresa. Embora o índice sobre as condições atuais da empresa e da economia tenha registrado crescimento entre fevereiro e março, continua abaixo da linha dos 50 pontos, em 46,3 pontos. De acordo com a pesquisa, o empresário ainda vê piora em na situação do negócio, mas essa percepção é menos intensa e menos disseminada que em fevereiro.

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Fonte: Assessoria de Imprensa da FIESC

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